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{26/07/2012}   Nanâ Buruku

Vamos falar da Senhora do dia, Nanã, conhecida como Nanã Buruku, este nome vem de Iku (morte). Ela é quem decide quem vive e quem morre, inclusive tem o poder da ressurreição. Para conhecer mais um pouco dos Orixás, falarei sobre a característica, reinos, quem é? E o que faz: seus poderes e etc…

Nanã. Aqui e agora começa a incorporação de um momento 1.450 a.C

“Nanã, Dassa Zumê, Senhora da morte”

Senhora da varíola, da chuva, da tempestada, da lama e do lodo. Não reconhece ninguém, quando está irada.

É a mais temida de todos os Orixás, por seu poder da morte. Ela cria situações de ilusões que podem se transformar em um momento mortal, caso a pessoa não a respeite ou a desafie.

É esposa de Oxalá.

Não aceita ninguém em seus pântanos e sempre ganha nos desafios e nas batalhas em suas terras.

Sua cor é violeta ou roxo.

Seu instrumento é o IBIRI (vassoura de Nanã)

Responde direto a Oxalá.

Sua saudação é SALUBA!

Teme por Oxalá, que roubou parte de seus poderes após seduzí-la e distribuiu para Yemanjá, Exú e Oyá.

Sua moradia é no lodo, pois foi gerada da terra e da lama, pois tem o poder da transportação e a qualquer momento pode aparecer quando chamá-lo

Seus poderes são: visão de ilusão, a morte, ressurreição, a sucção da terra e da lama, os búzios, feiticeira

“São filhos Nanã com Oxalá : Omolú, Oxumarê, Osanyn, Irokô, Ewá

As qualidades existentes para cada Orixá é um momento que existiu para aquele Orixá.

Ator que me inspira para Nanã: (a definir)

Copiryght©  by Jo Cardozo Odàrà, 2012, July

Nanâ Buruku




Muitas vezes usufruímos da cultura popular sem saber sua origem. Você sabe, por exemplo, de onde se originou o Samba?

O Samba é um dos estilos musicais mais populares da cidade de Loanda em Angola, música de característica urbana, o “semba”, significa umbigada e/ou “Massemba” na língua Quimbundo, este ritmo surge a partir do crescimento das cidades, especialmente a capital, onde os musseques, aglomerados de transição da zona rural e da cidade, tornaram-se um gênero de propagação.

Massemba é o estilo através da dança de roda, batucada, maxixe… Onde um cavalheiro chamava a dama pela mão para dançar, provocando um choque entre os dois (semba)… Hoje podemos considerar massemba a dança de salão urbana de Angola e deste estilo nasceu o Semba a dança em conjunto, de passadas.

O semba/ umbigada passou por transições e referências, através de ritmos tribais africanos. Transformando o samba em uma diversidade cultural. A influência do estilo deu origem a diversos nomes e influenciou decisivamente na cultura das cidades brasileiras, com a formação diversificada de contextos sociais:

Maranhão – Tambor ou Samba de crioula

Rio Grande do Norte – o bambelô

Piauí – o coco, o milindo

Ceará e Paraíba – O samba

Pernambuco – o coco de parelha trocada, o coco solto, o troca parelha ou coco trocado, o virado e o coco em fileira

Na Bahia – Samba de roda, onde os dançarinos dançam dentro de uma roda ao som de viola, atabaque, berimbau, chocalho e pandeiro;

Em São Paulo – o sambalanço, o samba-rural e/ ou samba de roda é as letras são mais em prol da raça, da cultura de imigrantes e a ênfase original e diferencial é o sotaque paulistano. Ao som de: viola repique, tantan, violão…

No Rio – O caxambu, samba de roda e/ ou partido alto, samba carnavalesco, samba de gafieira e o Jongo – umbigada. Estão ligados aos morros, com letras que falam sobre a sociedade, das dificuldades e muitas vezes com uma pitada de humor. No Caxambu e da roda de samba, a dança é solta ou em parceria ao de cavaco, banjo, viola, pandeiro, reco-reco, repique, surdo, palma da mão, entre outros…

Hoje o samba e o semba segregaram cada um seguindo um formato e metodologia diferente, porém sem perder as raízes:

O Semba recebeu algumas influências congolenses e latino-americano, entre outros, muito bem representada com sucessos atuais de:Paulo Flores (foto em destaque), Yola Semedo, Yola Araújo, Mamukueno, Matias Damásio, Maya Cool, Nude Van Dúnem, Caló Pascual, Tony Amados, os lambas, Tata Nagana, Ary, Yuri da Cunha, Lulas da Paixão, José Machado “Mamborró”, dentre outros. Se desdobrando para ritmos Zouk, Kizomba e Kuduro.

Já o samba com diversas vertentes reagiu a diversas modalidades culturais dentro da própria raiz inovando desde o samba carnavalesco até os pagodes atuais. Mais os clássicos de caxambu e samba de roda predominam do Rio como nos locais tradicionais: Cacique de Ramos, Beco do Rato, Tia Doca, Vaca Atolada, entre outros.

Músico e Compositor Paulo Flores – Sucesso no Semba

Para o artista a luta pela cultura angolana é importante para a predominação do semba.

Fonte Foto: http://www.caboindex.com/paulo-flores-raiz-da-alma-24-out-ccb/

BY JO CARDOZO ODÀRÀ ©TheCopyrightOriginal 09-06-2012




A personalidade dos Orixás não é do bem e nem do mal, cada um tem a distinção. Eles amaram, odiaram, ajudaram, se vingaram, construíram, destruíram, deram vida, mataram… A essência da vida e da natureza é interpretada por cada elemento dominado, pelos Orixás.

Os Orixás possuem vontades e poderes descobertos e adquiridos ao longo de sua trajetória. Um momento que existiu, antes mesmo de qualquer religião.

Como todas outras histórias que costuma ler, nesta terá um começo, meio e fim. Esta saga será inspirada desde o nascimento de Oyá, seu crescimento em Oyó, sua descoberta como Orixá e a absorção dos poderes dos outros Orixás.

Para conhecer mais um pouco dos Orixás, falarei sobre a característica, reinos, quem é? E o que faz: seus poderes e etc…

Começo por Oxalá. Aqui e agora começa a incorporação de um momento 1.450 a.C

“Oxalá é Nego véio

Pai de todas as cabeças e responsável pelos Orixás na terra, desde seus nascimentos, criação, conhecimento de seus poderes e um pai conselheiro e pacificador

É o panteão dos Orixás e destaca-se como líder

Tem como suas esposas Nanã e Yemanjá

Sua roupa é branca e sua cor é negra

Seu instrumento é o ida (espada de ferro) e opaxorô (cajado de ferro)

Responde direto a Orunmilá e ao Tempo, seus ancestrais e orientadores

Sua saudação é ÈPA BÀBÁ

Teme por Exú que também responde direto a Orunmilá e ao Tempo

Não tem moradia, pois tem o poder da transportação e a qualquer momento pode aparecer quando chamá-lo

Seus poderes são: transportação, telepatia, escolher e ceder poderes, criar a característica do Orixá, hipnotizar e parar o tempo, dentre outros…

“São filhos de Oxalá com Yemanjá: Ógun, Odé (Oxossi), Oyá, Xangô, Óxun e Obá.”

“São filhos de Oxalá com Nanã: Omolú, Oxumarê, Osanyn, Iroko, Ewá (destes só participará dos contos Omolú e Oxumarê)”

Somente os Orixás nascem do ventre de Yemanjá e Nanã, porém não são originados através de atos sexuais. Considerados a pureza, da natureza.

As qualidades existentes para cada Orixá é um momento que existiu para aquele Orixá.

Ator que me inspira para Oxalá: Antônio Pompeo.

Na próxima continuo com Exú…

BY JO CARDOZO ODÀRÀ ©TheCopyrightOriginal 08-02-2012O início




Época da escravidão, onde os negros quando chegavam ao Brasil não tinham direitos e nem liberdade de expressão, somente serviam… Porém traziam em sua bagagem cultural a sua fé, sua forma de devoção e do seu crescimento espiritual que era sua força. Contudo, trouxeram o candomblé e o culto aos Orixás.

Você se pergunta: Por que não iam à igreja? Nesta época, o negro era proibido de pisar nas igrejas… Senhoras e senhores eram acompanhados somente até a porta por seus mucamo (a). Logo, não se via outra opção de crescer com a sua crença, no candomblé.

O candomblé vem de uma visão monoteísta (mundo religioso africano) onde se cultua os Orixás, Voduns e Nkisis dependendo da nação que é algo que contarei mais a frente… A intenção é demonstrar que o Candomblé ele jamais pode ser confundido com a Umbanda ou qualquer outra religião afro-brasileiro…

Os senhores, donos de senzala, por medo dos cultos que existiam à noite passaram a proibi-los de praticar o candomblé. Logo, os escravos que não queriam deixar de perder suas crenças, criavam altares nas senzalas onde colocavam as imagens e os ferros que simbolizavam escondidos embaixo dos mesmos.

Após a libertação dos escravos abriu-se as primeiras casas de candomblé e a Umbanda logo após (1908), pois ela criou-se do sincretismo de duas religiões: o candomblé, espiritismo e a igreja católica. De forma, a chamar à atenção dos negros libertos a igreja católica começa a associar as imagens a cada Orixá do Candomblé. Em 1945, houve a legalização da prática da umbanda onde se cultua entidades que tiveram vivência na época da escravidão e após a morte buscaram a evolução espiritual através da prática da Umbanda.

Então, fazendo um resumo do resumo… Sem falar diretamente no conceito da religião, mas sim na história, segue o que hoje é considerado por freqüentadores ou pessoas não conhecedoras…
Um exemplo mais comum e que se ouve falar direto é: Sou filho de são Jorge, sou de Ogun… Tratando-se de Mitologia Africana o correto, seria: “Sou devoto de São Jorge e sou filho de Ogun”, pois estamos falando de santo e orixás, diferentes. Vejamos:

SÃO JORGE X OGUN
Quem é São Jorge? Soldado Romano da cidade da Capadócia, que viveu no ano de 303 e é branco.
Quem é Ogún? Orixá com o poder do ferro é NEGRO e viveu em 1.450 a.C.
INCOMUM: Os dois são guerreiros e possuem armadura e espada de ferro.
Não há relação… Toda adaptação ao passar dos anos foram questões culturais … Respeitamos, mas saibamos as diferenças. Não estou aqui para mudar nada e nem impor o meu pensamento, apenas quero mostrar para quem não tem conhecimento que o Orixá existe e ele tem sua história.

SÃO LÁZARO X OMOLÚ
Quem é São Lázaro? Foi um personagem bíblico que tinha Lepra, é pardo, morreu e Jesus o ressuscitou.
Quem é Omolú? Orixá com o poder sobre a morte e tem poderes sobre a morte, é NEGRO e viveu em 1.450 a.C.
INCOMUM: Os dois são leprosos.

SANTA BÁRBARA x IANSÃ
Quem é Santa Bárbara? Nasceu em Nicomédia, na Ásia, era rica, virou freira, morreu virgem.
Quem é Iansã? Guerreira, NEGRA, foi esposa de todos os Orixás, não morreu virgem e viveu em 1.450 a.C.
INCOMUM: Somente a beleza e a inteligência.

NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO X OXÚM
Quem é Nossa Senhora da Conceição? É uma imagem encontrada em 1717 no Rio Paraíba por dois pescadores, sem histórico.
Quem é Oxum? Vaidosa, existiu NEGRA, feiticeira e viveu em 1.450 a.C.
INCOMUM: N/A

SÃO SEBASTIÃO X ODÉ
Quem é São Sebastião? Italiano de Milão viveu em 283 d.C., soldado, defendia os prisioneiros Cristãos.
Quem é Odé? Caçador mora na mata, tem o poder sobre os animais, é NEGRO e viveu em 1.450 a.C.
INCOMUM: O ato de defender.

SÃO GERÔNIMO X XANGÔ
Quem é São Gerônimo? Nasceu na Croácia em 331 d.C., tradutor da bíblia para o latim, virou monge.
Quem é Xangô? Possessivo, agressivo, poderoso, NEGRO e viveu em 1.450 a.C.
INCOMUM: A inteligência e dedicação a algo que almeja.

JESUS CRISTO X OXÁLÁ
Quem é Jesus Cristo? Nasceu na Cisjordânia, com diversos seguidores, filho do pai e é tudo.
Quem é Oxalá? Com as mesmas características que Jesus Cristo, porém NEGRO e viveu em 1.450 a.C.

NOSSA SENHORA DE SANT’ANA X NANÃ BOROQUÊ
Quem é Nossa Senhora de Sant’Ana? Mãe de Maria, avó de Jesus Cristo, mesmo estéril foi capaz de dar a luz a Maria.
Quem é Nanã Buroquê? vive no lodo, NEGRA, todos seus filhos nasceram diferentes, porém também considerados Orixás Omolú, Iroko, Osanyin, Oxumarê e Yewá. Viveu em 1.450 a.c
INCOMUM: N/A

YEMANJÁ
Não há com quem associar, pois já foi criada uma imagem de pele clara para este Orixá. Mas na verdade Yemanjá é uma linda negra, de seios fartos, careca, lábios carnudos, aparece sempre nua e viveu em 1.450 a.C.

Enfim… Por aqui já podemos separar a imagem e viajar melhor nos contos africanos com as características REAIS de cada Orixá, sem associação…

Até a próxima…

BY JO CARDOZO ODÀRÀ ©TheCopyrightoriginal 03-02-2012.




Na Região da Amazônia, existe um lugar chamado Atalaia do Norte. Um local de 5 Mil habitantes que vivem entre o rio e a mata, localizada na fronteira peruana e é uma das maiores reservas indígenas do Brasil. Lá existe um grupo de teatro que enfrentam a frustração e crítica do público de um Festival de Folclore que acontece todo ano e o assunto abordado na peça é sempre sobre alguma lenda da região . Nesse grupo, existem integrantes que sempre foram de opiniões contrárias aos temas apresentados ou acomodados a eles.

No meio disso tudo, um jovem, índio da tribo Marubo – É o primeiro a levantar a questão de que se devem mudar os temas sempre abordados nas peças de teatro – e se espalha um rastro de incômodo aos mais antigos e responsáveis pelo grupo.

O nome desse rapaz é Geum, mais conhecido como Ge , bonito, tem 25 anos. Sempre foi criado na aldeia dos Marubos, apesar de nunca ter conhecido seus pais, teve uma figura feminina importante: sua tia.

A cidade de Atalaia do Norte e suas vizinhanças mesmo depois de muitas gerações continuam da mesma forma e o grande reduto da população é de miscigenação de peruanos e índios da Amazônia. Fato este, que despreocupa os acontecimentos futuros do local.

Ge, Ramon e Paola, se conheceram no teatro. Ramon e Paola sempre acharam Ge, muito sonhador e o admiravam por isso e mais ainda por ser ele um inovador. Além de ter um sonho de ser ator, Ge liderava um grupo de artesãos de sua aldeia de “tecedores de redes” . Vendia para quase todas as cidades da Região Norte e Nordeste por um preço muito nobre, mas era muito respeitado e reconhecido por todos. Trazia para a sua tribo desde notícias à inclusão digital … Pois a cidade ainda é um entreposto comercial, conhecido como “Remate” – troca de mercadorias.

Ramon e Paola são irmãos. Ele tem 25 anos e ela 20, e eles são da cidade de BC, fronteira com o Acre e vizinha da cidade de Atalaia (onde todo mundo parece japonesinho – difícil saber quem é índio, peruano ou ribeirinho), apesar de serem como índios americanos e brancos. Uma Cidade que já sofre com os poderes da indústria-sócio-econômica e desmatamentos a todo instante. Eles vivem em Atalaia, no sobrado em cima de um bar que vende peixe frito e açaí – Bar da Barracuda.

Ge recebe sempre os visitantes da cidade e sempre prepara seus artesãos para as comemorações anuais da Festa de Folclore Junina. Há mais de um ano Ge tenta aprimorar a idéia da mudança nas peças, pois ele quer demonstrar como as coisas mudaram e porquê cada vez mais a cidade tem recebido menos pessoas para os festivais de dança e principalmente de teatro, que eram as atrações principais. Só assim a grande maioria da população saberia o que estava acontecendo.

Por sua ansiedade, Ge é afastado do grupo de teatro que o via como uma ameaça, e se propõe a ter uma segunda opinião. Informa a todos que competirá no próximo festival, pois nunca havia tido a oportunidade de usar suas opiniões sobre a atual e futura Amazônia com as lendas, transformando assim sua cidade.

Após essa mudança, Ramon o procura e diz que quer fazer parte dessa parceria, pois não via futuro em um grupo que não mudaria. Ge, diz que precisarão ensaiar muito até o festival e eis que Paola, por ser irmã de Ramon, os segue mesmo contrariada e participa desse trio para essa nova etapa. O líder diz que pretende falar como será a Amazônia de 2050.

Ge os leva para a tribo de Marubo, que ao entardecer é um paraíso. Ele apresenta sua aldeia e mostra as malocas onde dormiam. Ainda se podia ver alguns dos nativos com enfeites típicos à tradição da aldeia. Depois os leva para conhecer a cachoeira “Pequenina”. Após 20 minutos de trilha podiam perceber diversas pessoas da tribo que pareciam estar participando de algum ato como uma seita. Podiam ver de longe uma chuva quando o rio desembocava na parte baixa da cachoeira como chuva e logo depois, um lençol de borboletas amarelas os cobriam e eles ficavam ali, meio que em transe, e falando em outras línguas.

Paola, injuriada por não saber o que tudo aquilo iria agregar no tema abordado por Ge, pergunta por que os levara ali. Ge os apresenta o Daime (Chá) que é da seita Santo Daime que é considerado a “Religião da Floresta” e diz que através deste, podem viajar no tempo e ver como será a Amazônia em 2050. Mesmo achando loucuras e por tempos se passar e nada acontecer, os dois irmãos retornam a tribo de Ge e experimentam o chá que os levariam a viajar no tempo.

Eis que o trio chega nesse período como líderes da Aldeia. Ge percebe que tem uma forte ligação com Paola, e com o tempo descobrem que são casados mas não se envolvem amorosamente enquanto estão ali (futuro). Conforme os mistérios vão se desenrolando descobrem que somente a tribo de Marubo é sobrevivente em meio aos desmatamentos e tecnologias que chegaram a outras cidades e a missão deles é reflorestar e repassar a importância do desenvolvimento sustentável para todos os povos que foram perdendo sua cultura, seus costumes e por isso ficam doentes e em desespero tornam-se pessoas agressivas que lutam pela sobrevivência … Haverá lutas para manter Marubo e ressuscitar as cidades que morreram.

Quando voltam, percebem que podem apresentar a conscientização através de uma peça de teatro informando o que pode acontecer (aparecendo à cena no final da peça). As pessoas aplaudem de pé … E a partir daí, eles percebem como se tornam líderes de Marubo. Ge se casa com Paola.

No decorrer …

A idéia é mostrar sobre os povos sobreviventes e as guerras, além de todos os tipos de situações devastadoras que possam existir: a falta de água, a selva virando uma savana, oxigênio, a lei de sobrevivência acima de qualquer outra, a luta de poder por terras ricas ainda frutíferas …

Não sei como poderia desenvolver a liderança,a união ou as indiferenças de cada um deles, mesmo Ge e Paola sendo casados … Luta entre mulheres e homens a favor da sobrevivência…

Ge na era da Amazônia 2050, será o único a saber porquê estão ali, e quando a união * dos três acontece, podem retornar do momento que estavam em transe

* mesmo sendo da mesma tribo no começo, eles podem vir a ser rivais no futuro em busca do poder.

Misturando uma lenda de curupira com ficção científica….



et cetera
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